*Idadismo e os Desafios da Longevidade Profissional*
Profissionais com mais de 50 anos enfrentam um ambiente corporativo em que o idadismo ainda opera de forma silenciosa, porém persistente. A vasta experiência, que deveria ser valorizada como diferencial competitivo, muitas vezes é interpretada como sinal de desatualização ou menor capacidade de adaptação. Esse viés se manifesta em oportunidades reduzidas, menor investimento em capacitação e uma cobrança constante para provar relevância, mesmo após décadas de entregas consistentes.
Para quem ultrapassa os 60, o cenário se torna ainda mais desafiador. A discriminação tende a ser mais explícita: muitos são descartados antes mesmo de terem a chance de demonstrar suas competências. Suposições infundadas sobre energia, produtividade ou domínio tecnológico criam barreiras adicionais, tornando a permanência no mercado um exercício de resistência emocional e profissional.
*Compartilhar essa realidade é fundamental. Aqueles que ainda não chegaram a essa faixa etária precisam compreender que o idadismo não é um problema distante, mas um futuro provável caso nada seja transformado agora*. A mudança depende de conscientização coletiva: reconhecer o valor da diversidade etária, questionar estereótipos e construir ambientes que acolham todas as fases da vida profissional.
Refletir sobre isso hoje é a única forma de garantir que o amanhã seja mais justo, humano e inteligente para todos.
Carlos Santarem
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