quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
A arte de habitar o tempo
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
Paciência
*Paciência*
Um poema em canção. A canção "Paciência", de
Lenine, transmite uma mensagem profunda sobre a importância de *valorizar o
tempo e aceitar os desafios da vida com serenidade*. A letra reflete sobre
o ritmo acelerado do cotidiano e convida à reflexão sobre o que realmente
importa. Para a Turma +D60, essa música assume relevância especial, pois *incentiva
o autocuidado, o equilíbrio emocional e o respeito ao próprio tempo*, temas
fundamentais para quem busca qualidade de vida e bem-estar em todas as idades.
Com poesia e sensibilidade, Lenine inspira a turma a cultivar mais paciência no
dia a dia.
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Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo, e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara, tão rara
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para, não
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara. tão rara
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para, não
A vida não para
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Assista; sinta a letra: https://youtu.be/SWm1uvCRfvA?si=ccoIiOOE0lpTsumE
terça-feira, 7 de outubro de 2025
Reflexões do Tempo na Turma +D60
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 4
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 4
A virtude como propósito
Os estoicos acreditavam que a virtude — viver com justiça, coragem, sabedoria e temperança — é o único bem verdadeiro. E hoje, mais do que nunca, isso faz sentido para mim. Já não busco riqueza, status ou reconhecimento. Busco coerência. Busco ser alguém que meus filhos e netos possam admirar não pelo que conquistei, mas por quem me tornei.
Ser justo quando ninguém está olhando. Ser corajoso diante do diagnóstico difícil. Ser moderado quando o corpo pede excessos. Ser sábio ao aceitar que não sei tudo. Isso, para mim, é envelhecer com dignidade.
Carlos Santarem
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quarta-feira, 10 de setembro de 2025
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 3
*A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 3*
*A razão como guia*
Na juventude, agi muitas vezes por impulso. Fui movido por raiva, orgulho, vaidade. Hoje, busco agir com razão. Não porque me tornei frio, mas porque aprendi que a emoção sem reflexão é como um barco sem leme. O estoicismo me ensinou a pausar antes de reagir, a observar meus pensamentos como nuvens que passam — e a não me apegar a nenhum deles.
Quando meu neto me contradiz, não me irrito. Ouço. Penso. E, se for o caso, aprendo. Porque envelhecer com sabedoria é entender que não se perde autoridade ao mudar de ideia — ganha-se humildade.
Carlos Santarem
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terça-feira, 9 de setembro de 2025
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 2
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 2
Aceitar o que não posso controlar
Marco Aurélio, nascido em Roma em 26 de
abril de 121 d.C., dizia: “Você tem poder sobre sua mente — não sobre os
eventos externos.” Essa frase me libertou. Eu não controlo o tempo, nem as
rugas, nem a partida de amigos queridos. Mas posso controlar minha atitude
diante disso. Posso escolher não me lamentar, mas agradecer. Posso escolher não
temer o fim, mas valorizar o agora.
Quando perdi minha pessoa amada, achei
que o mundo tinha acabado. Mas aos poucos, percebi que a dor também é parte da
vida. E que resistir a ela só prolonga o sofrimento. O estoicismo me ensinou
a acolher a dor, a senti-la sem me afogar nela. E, com o tempo, ela se
transformou em saudade — e a saudade, em gratidão.
Carlos Santarem
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#saudade
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 1
A Serenidade que o Tempo Me Deu – Parte 1
Hoje, ao abrir a janela e sentir o vento
tocar meu rosto, percebi que envelhecer não é um fardo — é um privilégio. Já
não tenho a pressa de antes, nem a ansiedade de provar algo ao mundo. O que
tenho agora é tempo. Tempo para refletir, para observar, para ser. E foi
nesse silêncio que encontrei o estoicismo — não como uma filosofia
distante, mas como um modo de viver que sempre esteve comigo, mesmo sem nome.
Durante muitos anos, lutei contra o
tempo. Pintava os cabelos, evitava aniversários, fugia dos espelhos. Achava que
envelhecer era perder. Mas o estoicismo me ensinou que não é o que acontece
comigo que importa, e sim como eu reajo a isso. E foi aí que tudo mudou.
Carlos Santarem
(continua)
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quarta-feira, 9 de julho de 2025
+D60: Nosso tempo é agora!
+D60: Nosso tempo é agora!
A vida não tem prazo de validade para recomeçar. Chegamos
aos +D60, com a certeza de que o passado não define o presente. Cada dia é uma
oportunidade de escolhermos com liberdade, coragem e autenticidade. Buscamos
nos libertar das amarras antigas, das expectativas que não nos pertencem, e procuramos
viver como desejamos. A melhor hora para ser quem nós desejamos é agora. O
tempo é nosso aliado — e nunca foi tão nosso quanto hoje.
Carlos Santarem
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