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quarta-feira, 11 de março de 2026

Vitalidade é atitude

"Vitalidade é atitude*
O idadismo cai quando mostramos que vitalidade vem da atitude, não do calendário.

Carlos Santarem 
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#apesardasuaidade

terça-feira, 10 de março de 2026

O Galinheiro das Plumas Ilustres

*O Galinheiro das Plumas Ilustres*

No vasto galinheiro onde milhões de frangos viviam apertados, a ração industrial era pouca, mas suficiente para mantê-los de pé — afinal, frango gordo demais não dá lucro, e frango morto antes da hora dá prejuízo. De tempos em tempos, um frango sumia. Mas como eram tantos, a ausência de um ou outro passava despercebida, como quem perde um grão de milho no terreiro.

A ordem era mantida por um seleto grupo de corvos: aves cultas, eloquentes, especialistas em discursos sobre paz, harmonia e “o bem de todos”. Eles caminhavam entre os frangos com ar professoral, garantindo que nada perturbasse a rotina produtiva do galinheiro.

O problema é que, vez ou outra, por pura distração ou falha nos controles internos, um frango crescia demais e virava galo. E galo, como se sabe, canta. E quando cantava questionando as ações dos corvos, logo surgiam os urubus — aves sombrias, encarregadas de resolver “problemas” com métodos pouco ortodoxos. Bastava um processo escuso aqui, uma bicada acolá, e o galinho inconveniente desaparecia como se nunca tivesse existido.

Tudo seguia nesse equilíbrio artificial até que, um dia, o papagaio de estimação de um dos corvos resolveu, sem aviso, cagar na cabeça de outros corvos. A sujeira foi tanta que os frangos, finalmente atentos, perceberam que o milho que deveria alimentá-los estava sendo desviado para corvos, urubus e até para o papagaio falastrão.

O cacarejo virou gritaria, a gritaria virou tumulto, e o galinheiro entrou em ebulição. Hoje, ninguém sabe como essa história vai terminar. Mas uma coisa já é certa: tem corvo bicando corvo, e isso os frangos nunca tinham visto antes.

Carlos Santarem 

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#corrupção


Onde Está o Dinheiro?

*“Onde Está o Dinheiro?”*
A canção “Onde Está o Dinheiro?”, lançada em 1940 e eternizada na voz vibrante de Aurora Miranda, brinca com uma situação perversa para muitos brasileiros que entendem na sua letra um processo danoso que impede políticas públicas em favor do povo: a corrupção.
Para a Turma +D60, o pior da música é a sua atualidade mostrando que o "Carnaval" não acabou. 

A música:

Carlos Santarem 

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#corrupção

Entre iguais, compartilhamos a vida

*Entre iguais, compartilhamos a vida*
Entre iguais na idade: A verdadeira riqueza não está no que temos, mas no que compartilhamos. Entre iguais, compartilhamos a vida.

Carlos Santarem 

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#apesardasuaidade 

segunda-feira, 9 de março de 2026

Pressão Sob Controle

*Pressão Sob Controle*
A Turma +D60 encara a hipertensão com serenidade, humor e disciplina. Entre uma piada sobre o “medidor fofoqueiro” e práticas espirituais, ajustam hábitos e seguem firmes. Mostram que maturidade é transformar cada desafio em sabedoria e cada cuidado em gesto de amor pela própria vida.


Carlos Santarem 

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#apesardasuaidade #saude

Indignação que Revela Coragem

Indignação que Revela Coragem

A indignação diante do idadismo costuma vir acompanhada de um silêncio constrangido — aquele silêncio que, de tão educado, quase pede desculpas por existir. Muitas pessoas, ao serem alvo desse preconceito, sentem-se compelidas a justificar sua relevância, como se precisassemos apresentar um currículo atualizado para provar que ainda respiramos. Outras pessoas reagem reivindicando espaços, como quem disputa uma cadeira em um auditório lotado. Ambas as respostas, embora compreensíveis, acabam orbitando o ataque preconceituoso em vez de transcendê-lo.

Uma postura mais madura e espiritualmente lúcida exige algo diferente: não se omitir, não justificar e não reivindicar. Exige assumir a própria presença com a serenidade de quem sabe que o tempo não diminui valor — apenas revela camadas. A comicidade ácida aqui é inevitável: é curioso como alguns acreditam que envelhecer é um erro de cálculo, quando na verdade é o único projeto universal que todos estamos executando com sucesso.

As melhores atitudes diante do idadismo passam por gestos simples, porém firmes:

  • Nomear o preconceito com clareza, sem agressividade, mas sem suavizações, dizendo, por exemplo: “Esse comentário é idadista e não corresponde à realidade”. A clareza desarma.

  • Responder com fatos e exemplos, não para justificar-se, mas para iluminar a ignorância alheia.

  • Manter a postura ereta — física e simbólica — mostrando que experiência não é peso, é lastro.

  • Criar espaços de diálogo, não para reivindicar permissão, mas para exercer influência.

  • Demonstrar, com humor elegante, que a idade não rouba potência; apenas elimina pressa.

Nós não precisamos pedir licença. Precisamos apenas continuar entrando — e permanecendo — com a dignidade de quem já viu o suficiente para não se abalar por tão pouco.


Carlos Santarem 


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#preconceito #idadismo #newsletter 

domingo, 8 de março de 2026

O Chão Onde Pertencemos

*O Chão Onde Pertencemos*
O pertencimento é uma das formas mais profundas de abrigo que a vida oferece. Para quem já viveu muitas décadas, ele deixa de ser apenas convivência e passa a ser reconhecimento: *o sentir-se visto, lembrado, considerado*. A solidão, esse mal silencioso que cresce nas frestas do cotidiano, não nasce da falta de pessoas, mas da falta de vínculos significativos. A Turma dos mais vividos sabe que o tempo afina as prioridades e amplia a sensibilidade. Pertencer é mais do que estar junto; é ser parte de algo que nos sustenta. Quando alguém nos chama pelo nome com afeto, quando compartilha memórias, quando nos inclui nas pequenas decisões, o mundo se torna menos áspero. O pertencimento é o antídoto que devolve cor aos dias e sentido às horas.

Carlos Santarem 

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#apesardasuaidade #pertencimento


Banho de Presença

*Banho de Presença*
Mente sã: Transformar o banho em ritual de atenção é uma forma de purificar também a mente. Sentir a água, a temperatura, o toque — tudo nos traz de volta ao corpo. A presença transforma o comum em cuidado profundo.

Carlos Santarem 

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sábado, 7 de março de 2026

A Casa Que Somos no Outro

"A Casa Que Somos no Outro*
Com o passar dos anos, descobrimos que pertencimento não é lugar: é gente. É aquele amigo que liga sem motivo, o vizinho que pergunta se está tudo bem, o grupo que nos acolhe sem exigir versões jovens de nós mesmos. A solidão se alimenta do silêncio entre as almas; o pertencimento, da ponte que construímos entre elas. Ser casa para alguém — e encontrar casa em alguém — é uma das formas mais maduras de amor.

Carlos Santarem 

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#apesardasuaidade #pertencimento 

José e o Preço da Idade

*José e o Preço da Idade*
José olhou no espelho e pensou:  
“Cadê aquele moço que aqui já dançou?”  
O tempo passou, sem pedir licença,  
Levou-lhe o cabelo, trouxe-lhe a crença.  

Na praça, disseram: “Velho não joga!”  
Mas José driblou com a perna e a folga.  
“Se idade é peso, sou leve demais,  
Tenho mais jogo que muito rapaz!”   

José não quer ser lembrado por rugas,  
Mas por suas danças, causos e fugas.  
Já amou três vezes, e ama outra vez,  
Com mais ternura, com mais lucidez.  

Na cama, não pula como antigamente,  
Mas sabe tocar com alma e com mente.  
“Sexo não é só fogo e calor,  
É também carinho, respeito e amor.”  

O povo cochicha: “Velho apaixonado!”  
José responde: “E tu, frustrado?”  
“Amar é pra quem tem peito e coragem,  
Não pra quem vive só de maquiagem.”  

E assim José segue, firme e faceiro,  
Com sua bengala e seu travesseiro.  
Envelhecer, pra ele, é só outro passo  
Na dança da vida, sem embaraço.  

Se há preconceito, ele dá risada:  
“Sou velho, sou vivo, sou minha jornada!”  

Carlos Santarem 

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sexta-feira, 6 de março de 2026

Caminho da força compartilhada

Caminho da força compartilhada
Importante para a Turma +D60 é praticar esportes coletivos e lembrar que ninguém vence sozinho. 
Carlos Santarem 

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quinta-feira, 5 de março de 2026

A Beleza do Amor Tardio

A Beleza do Amor Tardio
Há quem pense que a paixão tem prazo, mas quem vive o amor maduro sabe que ela pode renascer quando menos se espera. Depois de tantas quedas, o coração aprende a reconhecer o que importa. E quando uma nova paixão chega, ela não vem para preencher vazios, mas para iluminar o que já existe. O amor tardio é sereno, mas intenso; cuidadoso, mas ousado. É prova de que a vida sempre guarda surpresas para quem continua disponível.

Carlos Santarem 

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#apesardasuaidade #amor