*Amortalidade: reflexões éticas e sociais urgentes*
Autores como Philippe Ariès, Byung-Chul Han e Eduardo Giannetti discutem a amortalidade como um fenômeno que desafia o sentido da vida e da morte. Ariès alerta para a “morte interdita” na modernidade; Han critica a tentativa de neutralizar a finitude; Giannetti propõe reflexões filosóficas sobre viver sem fim. A Turma +D60 aponta possíveis riscos como aumento da desigualdade social, sobrecarga dos sistemas de saúde e angústia existencial. Enfrentar esse novo momento exige ética, consciência intergeracional e valorização da finitude como parte essencial da experiência humana.
Carlos Santarem
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#amortalidade
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